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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Doce garota... Diabólicos Desejos!


O ódio está adormecido dentro de mim.
Quando ele acordar,  você irá sangrar...
Você ira sofrer, implorar para eu parar.
Vou te torturar até você não aguentar mais,
Vou brincar com você e te fazer gritar de dor.
Enquanto você sofre, eu me divirto intensamente.
Sim! Essa é minha diversão!

O seu sofrimento me faz rir descontroladamente.
Pego uma faca, e vou lhe cortando bem devagar...
E isso dói? Você está sofrendo? Ah! Que magnífico!
Nunca me diverti tanto assim...
Ei, deixa eu te torturar mais um pouquinho,
Antes de lhe dar um fim?
Mas isso é tão bom, que chega a dar gosto.
Amo ver o sangue escorrendo pelo seu corpo cortado.

Adoro ouvir seus gritos e gemidos de dor.
Eu amo ver você sofrendo.
Você fica tão lindo ensaguentado...
Faço uns cortes aqui, outros ali
Mais você é tão frágil que não aguenta e chora.

Agora que eu já me diverti o suficiente,
Vamos dar um fim á essa diversão tão maravilhosa?
Que pena, estava tão bom...
Mas como tudo que é bom um dia tem um final,
Aqui está o seu fim!

Deixe-me dar um fim na sua vidinha sem graça?
Ah! Magnífico! Você não consegue falar não é?
Pois bem, esqueci que há uma mordaça em sua boca.
E por acaso você ainda está sangrando?
Nossa, isso vai dar trabalho para limpar depois.
Quanto sangue espalhado por todo canto...

Com minha faca corto sua garganta.
Creio eu que lhe dei um fim. - Será? -
Minhas mãos estão lavadas de sangue,
Eu estou trêmula, minhas pernas estão bambas,
Minha cabeça dói e não consigo parar de sorrir.

Sentei-me num canto e fiquei a pensar
No crime que havia acabado de cometer...
Olho para os lados, só vejo seus restos
Mortais espalhados pelo chão.
O sangue já estava seco em minhas mãos.
Percebi que fui longe demais e exagerei na diversão.
Acabei lhe matando sem querer. - Ou não... -

Mas como se nada tivesse acontecido,
Eu lavo minhas mãos,
Enterro minha faca ao lado de seu corpo,
Limpo a cena da tragédia.
Nada será descoberto...

Pois bem, meu ódio adormeceu dentro de mim. - Outra vez... -
E quando ele acordar, outra pessoa irá sangrar...

Melancolia




Os dias são lentos e as noites vazias, 
não consigo dormir e quando durmo sonho contigo, 
tão presente em tudo que eu sinto e tão ausente 

da minha triste realidade, ao despertar sinto-me
 vazia como uma ave que pousa no meio de um deserto,
 fico-me presa a essa terrível melancolia.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Sobre a morte...

Parte das civilizações primitivas enterrava seus mortos na posição fetal. "Ele está nascendo para outra vida, por isso, vamos colocá-lo na mesma posição em que veio para este mundo." Diziam. Para essas civilizações, a morte era um passo longo no caminho do universo. Aos poucos, perdemos essa suave visão. Mas não importa o que pensamos: Queiramos ou não, vamos morrer um dia. O jeito é fazer como os índios iaqui. Eles usam a morte como conselheira e perguntam: "Se vou morrer, o que devo fazer agora?"

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

O Medo e a Esperança

Dois rabinos levaram conforto espiritual aos judeus na Alemanha nazista. Por dois anos, mortos de medo, enganam a Gestapo e realizam ofícios religiosos nas comunidades. Finalmente são presos. Um dos rabinos, apavorado, não para de rezar. O outro passa o dia dormindo. "Por que você está agindo assim?", pergunta o assustado. "Para salvar minhas forças. Sei que vou precisar delas.", diz o outro. "Mais você não tem medo?". "Tive medo até o momento da prisão. De que adianta temer o que já aconteceu? Agora começa o tempo da esperança."