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sábado, 6 de julho de 2013

Fadada ao Fracasso... (A morte interior)


As lágrimas que tenho derramado durante todo esse tempo,
Se coletadas, poderão virar um mar.
- Mar esse imenso, porém submerso em minha tristeza. -
E as águas frias e densas desse mar
Fazem com que eu me afogue em minha própria agonia.

Cá estou eu lamuriando-me e
Afogando-me na própria agonia.
- Afundando rapidamente em minha solidão. -
Há coisa mais trágica do que se deixar morrer por dentro?
Há algo que faça meu interior RESSUSCITAR?
Se há, dê-me agora antes que seja tarde demais...

Mas, e se for tarde demais?
- O que fazer? -
Ninguém poderá me ouvir se eu suplicar por ajuda,
Meus lábios se movem mas não consigo falar.
Logo, ei de deixar meu corpo completamente cansado, 
submerso na tristeza que consumiu minh'alma.
E adoravelmente fadada ao fracasso eu me deixei morrer por dentro.

Último adeus... (Don't leave me)

O que eu sou? 
Quem eu sou? 
Do que sou feita? 
Do que vivo? 
Me alimento de mentiras com palavras não ditas.
Como seria a vida se não existissem os sentimentos?
Como é viver sem senti-los? 
O que fazer quando um pedaço de nós é arrancado brutalmente?
Que medidas tomar quando comigo a vida for injusta?
Como controlar meus impulsos?
Me diga, por favor quando você volta? 
- Eu sei que não voltará. -

A cada dia que passa, eu sinto mais a sua falta.
Isso dói... É uma dor imensurável. 
Havia entre nós um laço e um amor imensurável também;
Ainda há. - Mesmo que não esteja mais aqui ao meu lado... -
O silêncio me devora incessantemente.
Só restou o vazio e as memórias que jamais se apagarão.
Esteja onde estiver, sei que podes me ouvir:
Rest In Peace...

- NUNCA ESQUEÇA O QUANTO EU TE AMO, 
POIS EU JAMAIS ME ESQUECEREI O QUANTO VOCÊ ME 
AMOU DURANTE TODOS OS DIAS DA SUA VIDA POR 15 LONGOS ANOS.-
(10/07/1955 - 15/08/2012)