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sábado, 29 de outubro de 2011

Manifesto não ortodoxo





Um manifesto não ortodoxo, 
E as recordações muito além 
Do que parece começaram a 
Espreitar ao longe como objetos 
Visuais carinhosamente conhecidos.


A graça das mãos demoníacas 
Caminham comigo como um médium. 
Quando eu escolho e exijo algo perdido, 
Descansando em força maliciosa expandida, 

E foi drenada para armas assassinas,
Sabendo onde você está na
Magnitude deste pensamento...


Olhando para o espírito de fogo
Em chamas, firme no trono do coração negro. 
Uma portadora do mal eu sou, 
E portanto também uma mensageira da luz. 
Eu uso este foco pela escuridão e encaro
A luz do sol no beco sem saída... 

Limitações não existem quando 
Você está à frente da multidão. 
Com a arte da confiança eu reino n
Trono de minha alma o valor desta
Escuridão que se desata viajando 
Pelo outro caminho. 


Um triunfo escondido, 
Mas óbvio para o fortes e sábios. 
Pela compreensão desta realidade,
Eu permaneço em uma nuvem bicolorida, 
Com os pés firmes no chão,
E assim eu tenho paz de espírito...


(Letra de: Dimmu Borgir)