Um manifesto não ortodoxo,
E as recordações muito além
Do que parece começaram a
Espreitar ao longe como objetos
Visuais carinhosamente conhecidos.
A graça das mãos demoníacas
Caminham comigo como um médium.
Quando eu escolho e exijo algo perdido,
Descansando em força maliciosa expandida,
Descansando em força maliciosa expandida,
E foi drenada para armas assassinas,
Sabendo onde você está na
Magnitude deste pensamento...
Sabendo onde você está na
Magnitude deste pensamento...
Olhando para o espírito de fogo
Em chamas, firme no trono do coração negro.
Uma portadora do mal eu sou,
E portanto também uma mensageira da luz.
E portanto também uma mensageira da luz.
Eu uso este foco pela escuridão e encaro
A luz do sol no beco sem saída...
A luz do sol no beco sem saída...
Limitações não existem quando
Você está à frente da multidão.
Você está à frente da multidão.
Com a arte da confiança eu reino no
Trono de minha alma o valor desta
Escuridão que se desata viajando
Pelo outro caminho.
Trono de minha alma o valor desta
Escuridão que se desata viajando
Pelo outro caminho.
Um triunfo escondido,
Mas óbvio para o fortes e sábios.
Pela compreensão desta realidade,
Eu permaneço em uma nuvem bicolorida,
Eu permaneço em uma nuvem bicolorida,
Com os pés firmes no chão,
E assim eu tenho paz de espírito...
E assim eu tenho paz de espírito...
(Letra de: Dimmu Borgir)
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