
Oh, tu que te escondes entre as sombras da noite e
nos pesadelos dos homens, diz-me, quem te ordena os passos;
Quem te corrige a doutrina a ti aplicada, e te recompensa
o fardo da tua sina – tua empreita maléfica. Oh, tu que desde o
alvorecer da humanidade, a tens no encalço, e a pune com teu flagelo impiedoso,
diz-me. Que religião; que deus tens como teu protetor. Em que acreditas,
diz-me oh, tu que pisas sobre a areia morna da rebeldia e te
escondes às margens sombrosas da vingança original...
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