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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Lamúrias da Morte do amor.


Tu que tomara de mim o tempo que eu já não tinha,
Também tomara conta de meus pensamentos e até mesmo de meu coração.
 Como uma serpente peçonhenta envenenou-me... 
Com tuas doces palavras me arrancou o coração friamente...
Me fez morrer por dentro, desmoronar e por mais uma vez me deparar com a dor.
Admito que falhamos com nosso coração, nossos sentimentos, nossas escolhas
E até mesmo com o que um dia pôde ser chamado de "NÓS".
Me senti uma fracassada e a solidão voltou a ser minha melhor amiga; 
''Minha fiel companheira.''

Deste trágico acontecimento restaram apenas as malditas lembranças em minha mente,
Um coração quebrado, um amor recalcado e uma alma presa dentro de uma escuridão sem fim. 
Você quebrou o nosso elo, desfez a confiança, o amor, o carinho, a cumplicidade, 
A alegria e até mesmo nos desfez, e jogou fora o amor de quem te queria bem.

Hoje, livro-me das malditas lembranças do amor que nunca floresceu.
O pobre e louco amor que antes mesmo de florescer, 
Acabou sendo assassinado por ti que fizestes ele nascer dentro de mim 
E que hoje não habita mais a antiga morada.  
O amor morreu quando o meu sonho de ficar ao teu lado acabou. 
Sendo assim, declaro em voz alta a morte do amor.

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